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Homeopatia veterinária garante lucratividade ao grande produtor e cuidado com os animais domésticos

Com 25 produtos, linha sul-mato-grossense Sigo apresenta seu diferencial no Confinar 2017

Qualidade, inovação e eficácia são as palavras que melhor definem a linha Sigo Procedimentos Homeopáticos, linha criada e dedicada exclusivamente à saúde e bem-estar animal, tanto dos pets, quando os de produção pecuária e que até esta quarta-feira (24) está presente no Confinar 2017 – Simpósio Gado de Corte, que acontece no Centro de Convenções Rubens Gil de Camilo, em Campo Grande.

A linha sul-mato-grossense atua há 20 anos no mercado, com licença e registro no Ministério da Agricultura, atuando com responsabilidade sócio-ambiental, uma das premissas da marca que visa a proporcionar soluções homeopáticas para a saúde animal.

Durante o Confinar, o produtor pode conhecer os benefícios da homeopatia no tratamento e prevenção de doenças que afetam os rebanhos, com resultados efetivos e menor custo ao criador.

“Hoje já se sabe que produtos homeopáticos vão além da cura ou prevenção de doenças. É possível melhorar o desempenho zootécnico de rebanhos sadios, mas que podem ter seu metabolismo estimulado a um melhor aproveitamento e direcionamento de nutrientes. Isso otimiza e reduz os custos da produção”, avalia o diretor administrativo da Sigo, Marco Antônio Cucco.

A ausência de efeitos colaterais é outro benefício da homeopatia. Sem aditivos químicos e resíduos, o tratamento colabora inclusive para grandes produções destinadas às exportações. O diretor ressalta ainda que o uso de insumos homeopáticos em grande escala e produzidos industrialmente, colocam o Brasil na liderança mundial em produção desse tipo de linha.

“Para o agronegócio brasileiro a homeopatia oferece outro fator de segurança. Por não haver interação química, os riscos são eliminados e reduz a possibilidade de um comprador  internacional reprovar e devolver alimentos originados de animais homeopatizados. Mas o grande apelo é a eficácia e o retorno econômico. Muitos pesticidas e antibióticos já perderam seu efeito, enquanto os homeopáticos exibem,  há tempos,  efetividade plena no controle de parasitoses e infecções causadas por parasitas e bactérias resistentes aos químicos convencionais. Por isso a aceitação de insumos homeopáticos vem crescendo nas últimas três décadas”, revela Cucco.

 

Os produtos são spray, podendo ser administrados via orla tanto diretamente na boca do animal, quanto em seu alimento.

 

Sobre a SIGO – A marca conta atualmente com 12 produtos para pecuária, utilizados na mistura do alimento e que podem ser utilizados em bois, caprinos, ovinos e suínos, na prevenção e tratamento de diarreias neonatais em bezerros e outras crias, sodomia em machos e fêmeas, verminoses, mastite, carrapatos, moscas do chifre e bernes resistentes a aditivos químicos, problemas de casco e pele, verrugas e papilomatose, incremento para fertilidade e ainda para acabamento e cobertura da carcaça.

 

Já para os animais de estimação, são 13 produtos que atuam no trato de infecções urinárias, anemia, problemas cardíacos, ansiedade e excesso de latido dos cães, artrite, pulgas, doenças de pele, infecções, carrapatos, fraturas e lesões e ainda há vitaminas e anti vermes. A linha pode ser utilizada tanto em cães, quanto em  gatos.

 

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25/05/2017|

Confinar 2017: sinais de recuperação para o mercado pecuário no 2º semestre

A sinalização para o segundo semestre é de estabilidade ou apenas leves altas para o mercado do boi gordo no Brasil. A previsão é do analista sênior do Rabobank Brasil, Adolfo Fontes, palestrante do Confinar, simpósio de gado de corte, promovido pela BeefTec. Entre os dias 23 e 24 cerca de 1300, entre visitantes e inscritos, técnicos, pecuaristas e estudantes, brasileiros e de países vizinhos, participaram do evento no Centro de Convenções Arquiteto Rubens Gil de Camilo, em Campo Grande (MS).

“Temos de analisar do ponto de vista de uma produção mais intensificada, não só a questão de preços da arroba do boi, que no momento estamos um pouco sem referência no mercado dada as últimas circunstâncias do setor. Estruturalmente temos um cenário de bezerros mais baratos, em relação ao que era praticado no ano passado. O milho também está mais baixo do que o negociado no ciclo anterior, com uma expectativa de queda ainda maior para o período de safrinha. Então teremos oportunidades boas para travar custos em um patamar muito baixo. Nesse momento é necessário dividir a estratégia de venda em alguns cenários possíveis, de curto, médio e longo prazo”, esclarece o palestrante.
Segundo o organizador do Confinar 2017 e pecuarista, Rodrigo Spengler, apesar da situação frágil em que se encontra a pecuária, o objetivo do evento foi alcançado. “Conhecemos possíveis impactos negativos do cenário brasileiro sobre toda a cadeia pecuária. E são nesses momento que mais precisamos de tecnologia para inverter o quadro e atingirmos maior nível técnico da porteira para dentro, com gestão eficiente, e apresentar ao mercado o que o produtor rural entrega diariamente às unidades frigoríficas, carne de qualidade”, afirma o organizador. “Cumprimos com nosso objetivo de levar novas informações de temas variados, deixando nossa contribuição para centenas de propriedades rurais”, avalia.


Consumo da proteína

Registros positivos de consumo de carne no mercado interno, como alcançados em 2014, segundo o analista, só em 2019. “Em termos de fundamentos, o segundo semestre deste ano, deveria ser melhor que os anteriores, primeiro devido aos indicadores econômicos que estavam em uma toada muito positiva, no ponto de vista de recuperação de emprego, já a partir já do mês de abril deste ano. Ou seja, tudo indicava para que pudéssemos crescer o consumo interno no segundo semestre, que corresponde a 80% da nossa produção, portanto, uma grande importância na formação de preços. E agora, já não sabemos mais se as reformas que tramitam no Congresso vão passar ou não, é uma visão que nenhum outro analista poderia afirmar, já que não temos uma visão clara do que possa acontecer. Temos de esperar um pouco para definir isso”, explica Fontes

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Apesar da queda do preço do boi gordo, mantivemos uma margem está positiva. Mas em 2018, o cenário será ainda melhor. E para chegar até lá, ele indica o uso de ferramentas que possam travar a receita do pecuaristas, focando na margem e dividindo estratégias, não só pensando a curto prazo. “Ferramentas como bolsa de valores e bancos podem nos auxiliar no travamento da receita. Quanto às estratégias, precisamos lembrar que o gado que compramos hoje, será comercializado daqui seis meses ou um ano, de acordo com o sistema em que se está trabalhando, e isso fazer parte das contas”, detalha.

Em relação ao mercado internacional Adolfo Fontes seleciona três países para apresentar possíveis posicionamentos. “Forma-se um cenário bastante interessante. As questões de moeda, com toda a volatilidade que aconteceu no pós Trump, tudo indica que começa a se assentar. Temos também o Egito, grande comprador brasileiro de carnes, que saiu do mercado, por perder muito valor da moeda deles em relação ao dólar, a tendência é que essa situação vá se normalizando. E também podemos citar a China, que está comprando muito mais. Além das temos possibilidades de abertura de novos mercados”, destaca.

Palestrante Adolfo Fonte, Rabobank Brasil​

“Mostramos que temos capacidade de passar informações em momentos de crise, pós Operação Carne Fraca, por exemplo. O Brasil está muito bem estruturado para ocupar espaços no mercado internacional, mas precisamos arrumar a casa, para que não tenhamos tanto “soluços”, como acontecem em 2017.

Fontes é analista e atua no desenvolvimento de pesquisas na área de proteína animal. Além disso, o executivo ocupou por cinco anos o cargo de coordenador de inteligência de mercado para uma grande empresa líder no setor de nutrição animal, além de ter atuado na área de pesquisa e consultoria para outras empresas. Durante o Confinar 2017, ele fará a apresentação do quadro de oferta e demanda no mercado brasileiro, comparando com a demanda internacional.

25/05/2017|

Elanco apresenta aditivos nutricionais que auxiliam no ganho de peso dos bovinos durante o Confinar, em Campo Grande (MS)

São Paulo, 18 de maio de 2017 – A Elanco™, divisão de Saúde Animal da Lilly, vai participar do Confinar 2017 com aditivos nutricionais específicos para uso animal e um amplo portfólio de produtos. O Simpósio de Gado de Corte acontece entre os dias 23 e 24 de maio, no Centro de Convenções Rubens Gil de Camilo, em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul.

 

De acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o número de cabeças de bovinos abatidas no Brasil foi de 29,67 milhões em 2016. Porém, a taxa de desfrute – que mede a capacidade do rebanho de produzir animais excedentes para venda – ainda é baixa, cerca de 20,3%, quando comparada à de países como Austrália (33%) e Estados Unidos (35,5%), de acordo com o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

 

Os criadores de gado de corte precisam vencer grandes desafios para equilibrar a produtividade com o uso de recursos naturais, por meio de tecnologia e pesquisa. A Esalq/USP, sob a coordenação do Professor Alexandre Pires, realizou um estudo sobre a aceitação do Zimprova™ (lonóforo com 10% de Narasina) e o ganho de peso em novilhas da raça Nelore. O pesquisador utilizou 30 animais com peso médio de 222 Kg em uma avaliação que levou 84 dias. Os animais foram divididos para que se pudessem comparar os resultados com e sem a Narasina adicionada à suplementação.

Nos animais que não consumiram o Zimprova™, a média de engorda diária foi de 486g por dia, enquanto que, com a utilização do produto, o resultado médio foi 582g. As novilhas que consumiram o aditivo tiveram um aumento de produtividade diária de 20% (96g). Além de aumentar o ganho médio de peso, o aditivo é de uso exclusivo animal e não impactou o consumo de sal mineral e proteinado.

Zimprova™ (lonóforo da classe de antibióticos de uso exclusivo animal, que contém 10% de Narasina) é destinado para gado a pasto que tem a finalidade de proporcionar ganho de peso sem afetar o consumo do suplemento, bastando inclu9ir e misturar o produto no sal mineral e/ou proteinado e oferecer ao rebanho. Em testes já realizados pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, da Universidade de São Paulo (ESALQ/USP), foram verificados ganhos de 96 gramas animal/dia, o que, ao fim de um ano, resulta em 1,17@ adicionais ao produtor. O aditivo é uma excelente alternativa a antibióticos de classe compartilhada para aumentar a rentabilidade dos animais em pastejo, sendo seguro tanto para eles como para o meio ambiente e o homem.

 

Já o Rumensin™, um aditivo alimentar (Monensina Sódica) específico para gado em confinamento, tem a função de melhorar a eficiência alimentar dos animais, e também é indicado para controle e tratamento da coccidiose, enfermidade que provoca perda de determinadas áreas no intestino, diminuindo a absorção de nutrientes, o desenvolvimento e a produção, prejudicando o desempenho dos animais. Sua tecnologia tem sido utilizada em dietas de confinamento desde 1976 e conta com mais de 2300 trabalhos científicos publicados sobre seus efeitos em jornais e revistas científicas.

 

Responsabilidade com a saúde global

Em 2015, a Elanco™ assumiu o compromisso de realizar pesquisas para buscar alternativas consistentes ao uso de antibióticos de classe compartilhada com o uso de medicamentos humanos como promotores de crescimento, reforçando a utilização racional e supervisionada desses medicamentos. Antibióticos de classe compartilhada são aqueles usados por humanos e animais, tais como cefalosporina e oxitetraciclina. Desde então, a companhia tem buscado alternativas para ampliar o desenvolvimento de aditivos, imunorrestauradores, vacinas e antibióticos de uso exclusivo animal.

 

Foi assim que surgiu o One Health, proposta da Elanco™ para combater a crescente preocupação da sociedade sobre a resistência do organismo humano a esses medicamentos. O plano de oito etapas para a gestão de antibióticos garante o uso responsável, propõe a redução dos produtos de classes compartilhadas e sua substituição por alternativas. Entre as iniciativas estão, também, treinamento para produtores e varejistas de alimentos e incentivo às políticas que aumentem a supervisão veterinária.

 

Serviço:

Confinar 2017 – Simpósio de Gado de Corte

23 e 24 de Maio de 2017 – 3ª feira, das 7h30 às 18h45 / 4ª feira, das 8h às 18h15

Centro de Convenções Rubens Gil de Camilo – Av. Waldir dos Santos Pereira, s/nº – Parque dos Poderes, Campo Grande – Mato Grosso do Sul

www.confinar.net

 

 

Sobre a Elanco™

Elanco™ é uma empresa global orientada pela inovação, que desenvolve e comercializa produtos para melhorar a saúde, a produção animal e o cuidado com os animais de companhia em aproximadamente 70 países. Junto com nossos clientes, estamos comprometidos a aumentar a consciência sobre a segurança alimentar mundial, celebrando e apoiando a ligação dos seres humanos com os animais. Fundada em 1954, a Elanco™ é uma divisão da Eli Lilly and Company e emprega aproximadamente 7.000 pessoas em todo o mundo, com escritórios em mais de 40 países. Informações adicionais sobre aElanco™ estão disponíveis em www.elanco.com.br.

 

Informações à imprensa | Ketchum Brasil

Luciana Aulicino – (11) 5090-8900 ramal 8730 |luciana.aulicino@ketchum.com.br

Danilo Ribeiro – (11) 5090-8955 ramal – 8510 |danilo.ribeiro@ketchum.com.br

Daniela Abreu – (11) 5090-8924 |daniela.abreu@ketchum.com.br

 

http://iepec.com

22/05/2017|

Confinar 2017: sinais de recuperação para o mercado pecuário no 2º semestre

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A sinalização para o segundo semestre é de estabilidade ou apenas leves altas para o mercado do boi gordo no Brasil. A análise é do analista sênior do Rabobank Brasil, Adolfo Fontes, que no dia 24 de maio ministrará a palestra ‘Mercado do boi gordo e dos grãos: análise do mercado interno e externo’, durante o Confinar 2017 – simpósio de gado de corte.

 

canada goose O evento acontecerá nos dias 23 e 24 deste mês, no Centro de Convenções Rubens Gil de Camillo, em Campo Grande, promovido pela Beef Tec. Os organizadores estimam a presença de mais de mil pessoas.

 

O palestrante é analista e atua no desenvolvimento de pesquisas na área de proteína animal. Além disso, o executivo ocupou por cinco anos o cargo de coordenador de inteligência de mercado para uma grande empresa líder no setor de nutrição animal, além de ter atuado na área de pesquisa e consultoria para outras empresas. Durante o Confinar 2017, ele fará a apresentação do quadro de oferta e demanda no mercado brasileiro, comparando com a demanda internacional.

 

Fontes projeta um cenário positivo na economia. “Desenha-se o controle de inflação, com isso a diminuição dos juros, aumenta a confiança dos investidores e a tendência é dos empregos retornarem. Tudo isso gera consumo. A expectativa é que em 2019 o consumo alcance o que era registrado em 2014”.

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Em termos de confinamento, o especialista ressalta que o setor tem dois principais custos, como o preço do boi agro e o valor do milho, que está bem abaixo da realidade do ano passado. “Apesar da queda do preço do boi gordo, a margem está positiva. Em 2018, o cenário será ainda melhor”.

 

canada goose Durante o Confinar, o palestrante fará um panorama do mercado pecuário e uma associação do cenário de grãos, assim como a influência no confinamento. “No mercado interno, responsável por absorver 80% da produção nacional, veremos uma recuperação nos próximos meses. Ainda não termos os mesmos resultados de 2014, período que consideramos como pré-crise mas veremos ascensão”.

 

 

22/05/2017|

Não existe receita de bolo para sucessão familiar, afirma palestrante do Confinar 2017

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Evento tem como meta reunir mais de 1,5 mil participantes

 

Um dos principais gargalos do setor produtivo é, na opinião de especialistas, a sucessão familiar. O tema será abordado pelo membro do Conselho Administrativo da Netshoes, maior e-commerce de artigos esportivos do mundo, Cassio Casseb, durante o Confinar 2017 – simpósio de gado, que será realizado nos dias 23 e 24 de maio, no Centro de Convenções Rubens Gil de Camilo, em Campo Grande.

 

O palestrante é um grande nome no mundo business e já foi presidente do Banco do Brasil, Pão de Açúcar e Credicard. Casseb também integra o Conselho de Administração das Lojas Marisa, Grupo Jereissati Participações (Shoppings Iguatemi e Oi! Telefonia), Senior Advisor do Banco Morgan Stanley no Brasil e Advisor da Principal Financial Group (EUA) no Brasil.

 

canada goose Durante o evento, promovido pela Beef Tec, Casseb ministrará a palestra ‘Profissionalização da Administração de Empresas Familiares. “O setor rural brasileiro é de uma eficiência maravilhosa e, por outro lado, o aspecto de gestão dele ainda é em grande parte familiar e em grande parte não estruturado. Então, tem muito para ganhar, principalmente, trabalhando o ponto de ter uma gestão mais moderna e uma gestão mais eficiente”, aconselha.

 

Casseb acredita que atualmente, as pessoas têm uma empresa e, como ela funciona bem como negócio, portanto, consegue ter eficiência no seu setor produtivo, (no caso, na agricultura ou no setor rural), a gente tem a sensação de que a empresa está pronta. “No entanto, quando se começa a olhar os aspectos como: misturar negócios de família com os negócios da empresa; não ter processos…, então, começa a perceber o quanto ainda precisa evoluir”.

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O palestrante que a falta de profissionalismo pode resultar em fatores estressantes, como: “Você tem muito retrabalho, porque aparece um problema, você vai e resolve; aparece um outro problema, você vai e resolve o outro; aí aparece  um 3º problema, você vai e resolve o 3º e aí, o 1º já voltou! Porque quando se resolveu o 1º problema e apagou o incêndio, tem que parar e dizer o seguinte: como eu faço para este problema nunca mais acontecer? Como é que eu faço para que eu mude alguma coisa no processo ou nas pessoas para que este problema não ocorra novamente?”, salienta Casseb, afirmando que só a partir saí a empresa ganhar eficiência em sua gestão.

 

Na avaliação do especialista, gestão sempre é gargalo. Quanto mais você conseguir ganhar eficiência no gerenciamento, mais completa, mais estável, mais dinâmica a empresa se torna”. Sobre a sucessão familiar, Casseb aposta na mudança de conceitos familiares para o desenvolvimento do negócio. “Profissionalizar uma empresa não é tirar a família. Profissionalizar a empresa e colocar processos; é transformar a empresa em uma empresa estruturada. Isto é que é realmente a solução”.

 

canada goose Durante a palestra no Confinar 20107, os participantes poderão conferir algumas formas de se trabalhar a sucessão, de forma eficaz e tranquila, sem grandes choques. “Não existe receita de bolo. Cada empresa é uma empresa, cada família é uma família! O que você precisa é separar o que são os negócios da família do que são os da empresa. Conversar com os possíveis potenciais membros da família que sejam sucessores e ver quais são os desejos deles.  Isto porque, ninguém faz bem se não fizer aquilo que tem prazer em fazer”, reforça o especialista.

 

A vocação individual precisa ser respeitada: “Se um membro da família quer ser um artista, vamos ajuda-lo a ser o melhor artista possível. Mas, vamos explicar para ele também que, se ele é um herdeiro, em algum momento ele vai ter de sentar, no mínimo, na cadeira do conselho. Vamos prepara-lo para saber o mínimo necessário para ele sentar lá e poder desempenhar bem este papel. Não existe um caminho das pedras! O que existe é: se entender a empresa, se entender os sucessores e se compatibilizar os objetivos das pessoas com o objetivo da organização”, finaliza Casseb.

 

 

Sobre o evento – O Confinar está em sua 6ª edição e se consolida como um dos principais do agronegócio brasileiro. Em 2016 registrou cerca de 1,5 mil pessoas, de vários estados e até de outros países. O evento é organizado pela Company Eventos e a empresa responsável pela comunicação do simpósio é Agro Agência Assessoria. Para mais informações, acesse: http://confinar.net/ e faça sua inscrição.

 

Foto: ecommercenews.com.br

08/05/2017|

Confinar 2017: Excesso de lotação nos pastos inibe produtividade

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canada goose canada goose Pesquisador da Embrapa apresenta novidades em manejo de pastagem

“Manejar a pastagem, como um todo, significa entender como interagem os três componentes do sistema de produção a pasto que são o solo, a planta e o animal”, a afirmação do pesquisador da Embrapa Gado de Corte, Rodrigo Barbosa, que ministrará a palestra ‘Forrageiras e manejo de pastagem: o que há de novo’, no Confinar 2017, que reunirá cerca de 1.500 pessoas, nos dias 23 e 24 de maio, no Centro de Convenções Rubens Gil de Camillo, em Campo Grande. O evento é organizado pela BeefTec.

Entre os pontos que compõe a palestra de Barbosa está a explicação em relação ao excesso de lotação dos pastos. “Este talvez seja o principal erro de manejo ainda cometido nos dias de hoje. Na fazenda, existe uma demanda por alimento, devido ao número de animais e uma quantidade de comida, ou seja, forragem. O problema reside no fato de que, enquanto a demanda é crescente, a quantidade é variável em função das flutuações na produção de alimentos devido a condições climáticas. Cabe ao manejador do pasto buscar soluções para equacionar esta situação”.

A opinião do pesquisador é compartilhada pelo médico veterinário Rodrigo Spengler, diretor da Beef Tec, que acredita que o planejamento pecuário pode solucionar este que pode ser considerado um gargalo do segmento. “A correta lotação de animais dos pastos é o caminho inclusive para aumentar, com eficiência, a produção de carne bovina em Mato Grosso do Sul”.

Para o palestrante da Embrapa, o correto manejo é fundamental para o bom desempenho da pecuária de corte uma vez que é um complexo dinâmico, em que qualquer intervenção em um dos componentes de produção pode desencadear alteração nos demais. “Os objetivos principais do manejo da pastagem são: garantir a perenidade do pasto e fornecer quantidade adequada de forragem aos animais”, acrescenta.

Segundo o especialista, toda e qualquer prática adotada tais como, escolha de espécies forrageiras, adubação, divisões de invernada, suplementação animal, entre outros, podem ser consideradas práticas que influenciam a produtividade animal. “Durante o Confinar, com relação às forrageiras, serão apresentados os novos materiais desenvolvidos pela Embrapa com suas características e aptidões para os mais diversos tipos de sistemas de produção”.

Além da alta lotação, já citada, Barbosa acredita que os produtores rurais cometem outros equívocos que podem comprometer a produtividade pecuária. “O primeiro erro é achar que existe um capim que serve para os mais variados modelos de sistemas de produção”, explica o palestrante do Confinar citando que é preciso conhecer os recursos físicos da região/propriedade, o que significa solo e clima.

“Outro erro é a falta de reposição de nutrientes aliado ao excesso de carga animal. Toda forrageira produtiva necessita de adubação de manutenção e manejo do pastejo correto”, complementa Barbosa. Forrageiras, assim como culturas anuais, extraem grandes quantidades de nutrientes do solo e, quanto mais produtiva ela for, maior será a extração. Caso não ocorra a reposição de nutrientes, o processo de degradação será uma questão de tempo.

 Investimentos X Retorno – O pesquisador da Embrapa explica que podem existir modalidades que requerem maiores investimentos, como adubação, construção de cercas e irrigação, e outras onde o monitoramento das condições do pasto e as formas de utilização necessitam de investimentos relativamente menores. “Nos dias de hoje, o controle da utilização dos pastos, melhorando a eficiência de colheita, tem apresentado incrementos significativos na produção animal”.

 

Além disso, todo e qualquer investimento deve ser acompanhado de uma boa gestão econômica da atividade, principalmente àquelas que exigem alto montante de recursos. “Os aspectos econômicos devem estar em primeiro lugar.  Com relação ao manejo correto do pastejo, que melhora e utilização do pasto, existem informações de incremento em produtividade superior a 10 arrobas por hectare ao ano sem aporte de nutrientes e/ou suplementação”, ressalta.

canada goose Sobre o evento – O Confinar está em sua 6ª edição e se consolida como um dos principais do agronegócio brasileiro. Em 2016 registrou cerca de 1,5 mil pessoas, de vários estados e até de outros países. O evento é organizado pela Company Eventos e a empresa responsável pela comunicação do simpósio é Agro Agência Assessoria. Para mais informações, acesse: http://confinar.net/ e faça sua inscrição.

 

26/04/2017|

Confinar 2017: Com valorização de 10%, Cota 481 é nova oportunidade de mercado a produtor brasileiro

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canada goose Durante evento, especialista argentino fala sobre acesso à Cota 481

canada goose A maioria das pessoas ligada ao agronegócio conhece a Cota Hilton, que é o volume de cortes de carnes de alto padrão concedido e determinado pela União Europeia (UE) para os países exportadores deste produto. Já a Cota 481 é um assunto pouco abordado no setor, mas que já vem despertando o interesse de pecuaristas brasileiros, devido à diferença de preço do produto de valor agregado.

O assunto será destaque no Confinar 2017, evento que acontece entre os dias 23 e 24 de maio, no Centro de Convenções Rubens Gil de Camillo. Com o tema: ‘Desafios e adequações nutricionais e de manejo para o acesso à Cota 481: a experiência argentina’, o médico veterinário, Juan José Couderc, dará dicas para quem quer investir neste mercado.

canada goose A Cota 481 trabalha especificamente com carne de animais confinados, para a União Europeia (UE). No Brasil, apesar de recente, o mercado começando a operar “de forma fluida”. O obstáculo, na avaliação do especialista argentino, está nas muitas exigências por parte do mercado comprador. “A Cota 481 abrange contingente de carne de alta qualidade produzida em confinamento. As exigências são restritas em relação ao tipo de alimentação (mínimo 100 dias em dietas de muito alta energia), conformação dos cortes de carne, ausência de hematomas, idade do bovino no momento de abate (devem ser menores de 30 meses)”, explica o palestrante.

Para Couderc, a diferença de preço entre o Cota 481 e outros canais de venda pode chegar a 10%. “Quando conseguimos a abertura da Cota na Argentina, o aumento verificado era de 5%, mas este resultado estava associado à nossa taxa de câmbio e ao alto preço interno da carne”, explica o especialista que acrescenta também: “No entanto, as vendas começaram a crescer gradualmente, impulsionadas pela demanda dos compradores. Com isso, a participação da Argentina começou a subir, motivando um preço maior ao produtor”.

A carne produzida na Cota 481 apresenta um bom marmóreo, ou seja, infiltração de gordura intramuscular, com maciez, aroma, etc. O especialista argentino cita que este sistema de negociações abriu portas do mercado europeu para países como Estados Unidos, Austrália, Uruguai, Nova Zelândia, Argentina e Canadá. “Os argentinos começaram a exportar carne dentro desta Cota em 2015. Entretanto, com uma pequena participação, já que o mercado ainda não era muito atrativo”.

Atualmente, a Cota envolve 18 cortes de alto valor, sendo que grande parte tem um preço ainda maior que os registrados na Cota Hilton. “Na Hilton, Argentina vende carne produzida a pasto, com pouca suplementação”.

E no Brasil? O especialista estabelece um parâmetro comparativo entre os dois países na produção pecuária e apresenta otimismo em relação a este seleto mercado. “Brasil e Argentina têm muitas semelhanças em relação à pecuária de corte. Pecuaristas e frigoríficos, com muitos anos de experiência, técnicos altamente capacitados, vocação de produzir cada vez mais e melhor, conseguiram nos últimos anos um rápido desenvolvimento de confinamento profissional, com alta eficiência”.

Sobre o palestrante – Juan José Couderc é médico veterinário, com mestrado em   Nutrição Animal. Realizou pesquisas sobre nutrição de vacas leiteiras em pastagem e confinadas, com ênfase em engorda do gado em confinamento e pastagem, suplementação e semi-confinamento. Desde 2011, o palestrante dirige a nutrição do confinamento que forneceu 50% da carne produzida em Argentina para ser exportada na cota 481

Sobre o evento – Confinar está em sua 6ª edição e se consolida como um dos principais do agronegócio brasileiro. Em 2016 registrou cerca de 1,5 mil pessoas, de vários estados e até de outros países. O evento é realizado pela Beef Tec e organizado pela Company Eventos e a empresa responsável pela comunicação do simpósio é Agro Agência Assessoria. Para mais informações, acesse: http://confinar.net/ e faça sua inscrição.

Foto: Rural Centro

06/04/2017|

Confinar 2017: Análise econômica aponta queda no preço dos grãos, com impacto nos custos da pecuária de MS

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canada goose canada goose Se por um lado os agricultores estão preocupados com a queda no preço do milho e da soja no Brasil, por outro, há um cenário que se desenha e que pode diminuir os custos para o produtor rural, em especial, aqueles que se dedicam ao confinamento, que também andam preocupados com a desvalorização consecutiva dos preços dos animais.

Esta realidade do setor agropecuário será dos casos abordados durante o Confinar 2017 -– um dos principais eventos do setor, que reunirá produtores de todo Brasil nos dias 23 e 24 de maio, no Centro de Convenções Arquiteto Rubens Gil de Camillo, em Campo Grande.

A análise do mercado de grãos no Estado é do broker da Granos Corretora, Carlos Ronaldo D’Ávalos, que avalia o mercado em declínio ao longo deste ano, na agricultura. “Nós tivemos uma mudança drástica no comportamento dos preços dos grãos. A soja caiu e o milho também deve apresentar preços menores”.

canada goose De acordo com os dados disponibilizados pelo analista, a previsão é de uma safra americana de soja 118 milhões de toneladas, a brasileira está estimada em 109 milhões de toneladas. O número está relacionado diretamente à pecuária, uma vez que o farelo de soja compõe a ração bovina utilizada nos cochos dos confinamentos. “A soja reduziu de R$ 68 a R$ 70 a saca para a atual marca de R$ 58. O milho caiu de R$ 32 para R$ 19 a saca. O Governo deve adotar medidas de apoio de comercialização”.

Esta redução referente ao mercado agrícola pode ainda ser maior se persistirem os problemas de armazenamento no Estado. “Dada a boa produção de soja, de 8,2 milhões de toneladas e de milho na casa de 9 milhões de toneladas, devemos ter problemas de armazenamento, levando a uma redução nas cotações agrícolas”, acrescenta D’ Ávila.

O analista confirma que o atual cenário se contrapõe ao mercado de grãos nos últimos três anos. “Em 2016, estiagem e variação cambial elevaram os preços do milho safrinha. O mercado tinha uma boa liquidez, estava mais valorizado. Já neste ano o mercado conta com maior oferta de grãos, devido a superssafra de soja em Mato Grosso do Sul, por exemplo”.

Sobre a mesma commodity D´Ávila aponta para recordes produtivos e o impacto do avanço produtivo brasileiro em relação aos demais países. “Tivemos uma última safra americana recorde, assim como a safra brasileira e do Paraguai. Na Argentina, a queda no volume produzido foi pequena. Atualmente, para se ter uma ideia da força do Brasil no cenário mundial, nosso mercado pressiona as cotações americanas, no momento atual”.

Sobre o evento – O Confinar está em sua 6ª edição e se consolida como um dos principais do agronegócio brasileiro. Em 2016 registrou cerca de 1,5 mil pessoas, de vários estados e até de outros países. O evento é organizado pela Company Eventos e a empresa responsável pela comunicação do simpósio é Agro Agência Assessoria. Para mais informações, acesse: http://confinar.net/ e faça sua inscrição.

21/03/2017|

Confinar 2017: Integrando lavoura e pecuária, propriedade rural de MS aumenta faturamento em 700%

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out site Evento será realizado nos dias 23 e 24 de maio, em Campo Grande

Faz quase 10 anos que a família Brito resolveu tomar uma decisão que modificaria a trajetória da Fazenda Laudejá, em Bonito: investir no sistema de integração. A escolha dos produtores surtiu efeito positivo e, hoje, a família é exemplo a ser seguido em relação ao tema que será abordado no Confinar 2017 – um dos principais eventos da agropecuária nacional que será realizado nos dias 23 e 24 de maio, no Centro de Convenções Rubens Gil de Camillo canada goose down gloves https://www.canadagooseisverige.com Canada Goose womens online fake, em Campo Grande.

canada goose readme Retorno a galope – A decisão de investimento foi o ponto fundamental para o desempenho da Laudejá observar um gráfico ascendente. “Nosso faturamento subiu 700%, isso      graças ao incremento da agricultura e curiosamente a pecuária acompanhou. “Perdemos” 25% da área para soja e milho, mas aumentamos o rebanho. Todo o retorno foi 100% reinvestido, ou seja, ainda não chegamos nem na crista da Curva. O retorno é observado de ano a ano e o conselho da família decide o que será feito no ano seguinte”, é o que afirma um dos proprietários, Leôncio Brito Neto.

click here A ideia inicial de aderir ao sistema estava associada a otimizar o desempenho pecuário. “Começamos bem pequenos para aprender, com apenas 23 hectares e, desde então, viemos numa crescente. Estamos colhendo a safra 2016/2017 com 1.450 hectares e estamos indo para 2.000 hectares em 2017/2018”, salientou Brito ao valorizar os temas que serão tratados pelo Confinar.

Segundo o produtor o custo inicial maior não foi o financeiro e sim o aprendizado. “A profissionalização na gestão foi o maior investimento”. Para o empreendedor, os volumes financeiros foram aumentando, os investimentos em infraestrutura também e, nisso, a capacitação para o correto gerenciamento desses recursos.

Gestão, aliás, é considerada para Brito o maior desafio. “O nosso investimento é em recursos humanos. Temos uma equipe qualificada canada goose coats parka https://www.canada-goosejacketsale.org canada goose authentic dealers, tanto na agricultura como na pecuária, e precisamos mantê-la atualizada e também a nós mesmos. Ainda temos um longo caminho para alcançarmos a estabilidade e os obstáculos são grandes”.

canada goose canada goose readme E no meio deste cenário de modificações, o processo de sucessão familiar ocorreu simultaneamente. “Estamos aprendendo a ser sócios nesse momento. Ainda existe uma mistura entre a família e os sócios, que gera desgastes por sermos irmãos e filhos, o que é normal. O processo é longo e paciente. No nosso caso, sinto que nosso negócio tem fortalecido e amadurecido nossa família”, acrescentou, o produtor ao confirmar sua presença no Confinar 2017.

Sobre o evento – O Confinar está em sua 6ª edição e se consolida como um dos principais do agronegócio brasileiro. Em 2016 registrou cerca de 1,5 mil pessoas, de vários Estados e até de outros países. Ao todo, foram realizadas mais de 1.250 inscrições. O evento tem apoio da Fundação MS, é organizado pela Company Eventos. A empresa responsável pela comunicação do simpósio é Agro Agência Assessoria. Para mais informações, acesse: http://confinar.net/ e faça sua inscrição.

 

22/02/2017|

Confinar 2017: Campo Grande sedia evento que apresentará novas tecnologias para a pecuária de corte

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Nos dias 23 e 24 de maio deste ano Campo Grande receberá pecuaristas de todo o Brasil, que participarão de um dos principais eventos da agropecuária nacional: o Confinar. Nele serão abordados os temas que mais norteiam a realidade do produtor rural: mercado, integração, produção e sustentabilidade, além da apresentação de novas tecnologias a favor da pecuária de corte.

canada goose readme Realizado pela Beef Tec, empresa sul-mato-grossense, o evento acontecerá no Centro de Convenções Rubens Gil de Camillo, reunindo os agentes de todas as pontas da cadeia produtiva: de estudante a profissional do setor; de produtor rural a agroindustriários.

readme Para o pecuarista e organizador do evento, Edgar Sperb, o conhecimento que será transmitido no evento é fundamental para as transformações do setor. “A atividade pecuária, assim como tantas outras, vem sofrendo algumas mudanças com o passar do tempo. Para se manter na atividade, além da “paixão pelo trabalho” e “vivência”, é preciso nos aprimorarmos e buscarmos a cada dia trabalhar com uma gestão profissional canada goose down ladies coats https://www.pick-canadagoose.com/ Canada Goose down replica discounts, empresarial. Do contrário, vamos assistir muitos pecuaristas conservadores, abandonando o ramo, sendo substituídos”, enfatiza.

out site buy it O evento que está em sua 6ª edição se consolida como um dos principais do agronegócio brasileiro. Em 2016 registrou cerca de 1,5 mil pessoas, de vários Estados e até de outros países. Ao todo, foram realizadas mais de 1.250 inscrições. “O Confinar tem como objetivo trazer ao público informações de mercado, além de muito conhecimento técnico e de gestão, para que cada produtor, dentro de sua realidade e de seu sistema produtivo, consiga ampliar a rentabilidade em sem negócio, e ainda apresentar novas alternativas que estimulem a produtividade da porteira para dentro”.

canada goose O Confinar tem apoio da Fundação MS, é organizado pela Company Eventos. A empresa responsável pela comunicação do simpósio é Agro Agência Assessoria. Para mais informações, acesse: http://confinar.net/ e faça sua inscrição.

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Fonte: Agro Agência Assessoria  Foto: Ascom Famasul

14/02/2017|